PASTORAL CATEQUETICA
PASTORAL CATEQUETICA - PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA
Coordenadora Paroquial - Leopoldina Santos
Batismo - Edna Sena
Crisma - Maria Conceição Oliveira
Eucaristia - Inajara Pain
Eneuc- Amanda Andrade
COMUNIDADES QUE FAZEM PARTE DA PAROQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA
Eucaristia - São José - Irenice
Eucaristia - Abrigo - Maria Quitéria
Inspirado nas orientações do Diretório Geral para a Catequese (1997), este documento procura apresentar a natureza e a finalidade da catequese, os critérios para ação catequética na Igreja particular e estimular, para o futuro, estudos e pesquisas mais profundas, que respondam às necessidades, às normas e orientações do Magistério Eclesial.
O Diretório Nacional de Catequese recorda, em suas páginas, a bela história dos 50 anos do Movimento Catequético Brasileiro que conseguiu revelar a nova face da Catequese no Brasil.
Por isso, torna-se uma obra preciosa para conhecer e aprofundar as linhas fundamentais da catequese. É a expressão de amor e incentivo à missão catequética, tão necessária à renovação permanente da ação evangelizadora da Igreja no Brasil.
O Diretório Nacional de Catequese recorda, em suas páginas, a bela história dos 50 anos do Movimento Catequético Brasileiro que conseguiu revelar a nova face da Catequese no Brasil.
Por isso, torna-se uma obra preciosa para conhecer e aprofundar as linhas fundamentais da catequese. É a expressão de amor e incentivo à missão catequética, tão necessária à renovação permanente da ação evangelizadora da Igreja no Brasil.
COORDENADOR DIOCESANO DA PASTORAL DA CATEQUESE - DIOCESE DE ILHÉUS

PE. WELLIGTON QUARESMA LOBO
A organização na catequese supõe vários níveis de atuação, desde a menor das comunidades até o nível arquidiocesano, e mesmo, nacional. Passa também pela necessidade de pequenas ações que ajudam a estruturar todo o trabalho, de modo a colaborarmos com a graça de Deus que inspira a prática catequética.
Em relação a isso, afirma o Diretório Geral para a Catequese (DGC) em seu número 272:
"A coordenação da catequese é uma tarefa importante no âmbito de uma Igreja particular. Ela pode ser considerada:
- no interior da própria catequese, entre as suas diversas formas, dirigidas às diferentes idades e ambientes sociais;
- com referência aos laços que a catequese mantém com as outras formas do ministério da Palavra e com outras ações evangelizadoras.
A coordenação da catequese não é um fato meramente estratégico, voltado para uma mais incisiva eficácia da ação evangelizadora, mas possui uma dimensão teológica de fundo.
A ação evangelizadora deve ser bem coordenada porque ela visa à unidade da fé, a qual, por sua vez, sustenta todas as ações da Igreja".
Não podemos perder de vista que a função de coordenar tem em vista a realização do Projeto de Deus, o serviço a Deus, feito na alegria, simplicidade, humildade e entusiasmo.
Não podemos esquecer também que "a organização da pastoral catequética tem como ponto de referência o Bispo e a diocese. O Secretariado diocesano de catequese é "... o órgão através do qual o Bispo, chefe da Comunidade e mestre da doutrina, dirige e preside toda a atividade catequética realizada na diocese" (DGC 265).
O coordenador da catequese deve formar sempre uma equipe de coordenação que busque atingir três processos:
a) Animação: Esta equipe deverá criar condições para que todos participem do trabalho com seus esforços e conquistas. Animar significa “gerar vida”. Um coordenador desanimado influência negativamente sobre o grupo. Não se pode um otimismo alienante, mas uma sadia e cristã visão da realidade, tendo me vista a busca do melhor para a comunidade. Entusiasmado significa “cheio de Deus”!
b) Comunhão fraterna: Devemos incentivar o bom nível de relacionamento interpessoal no grupo de catequistas. A experiência de comunhão, torna-se sinal de conversão e caridade dentro da comunidade. Conviver com a diferença dos outros só traz enriquecimento, quando é partilhada de maneira construtiva e numa visão de fé.
c) Mobilização: Vivenciamos o lema “a união faz a força”, quando todos estão unidos pelo mesmo ideal, ainda que haja diferenças pessoais. Para que a comunidade se mobilize necessitamos de:
Organização: Planejar de forma participativa, com avaliações constantes.
Articulação: Todos os níveis devem estar articulados e a coordenação deve orientar e supervisionar os trabalhos, sempre na linha da co-responsabilidade.
Interação: Busca de um bom relacionamento entre toda a equipe.